A tecnologia no canteiro de obras deixou de ser promessa para se tornar o motor da inovação construtiva nos projetos corporativos. O setor passa por uma transformação em que a precisão técnica e o controle rigoroso de recursos definem o sucesso de um empreendimento.
O uso de sistemas como Building Information Modeling (BIM) e Sensores da Internet das Coisas (IoT) permite uma visão detalhada de cada etapa da construção. Na prática, essa inteligência operacional reduz o desperdício de materiais e organiza o fluxo de trabalho, com foco em resultados. É uma engenharia estratégica, que substitui suposições por decisões fundamentadas em dados.
Para o mercado corporativo, esse cenário traz segurança e a previsibilidade necessária para investidores e gestores. A viabilidade econômica da inovação é comprovada por estudos de Becerik-Gerber e Rice, que apontam que mais da metade dos usuários (55%) reduziram seus custos operacionais com o uso do BIM, refletindo em um aumento de lucro para 41% das empresas entrevistadas.
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O impacto da inovação no dia a dia do canteiro
O modelo tradicional de construção costuma conviver com atrasos e desperdícios, mas a tecnologia estratégica mudou essa dinâmica. Um levantamento da BCG (Digital in Engineering and Construction) projeta que a digitalização em larga escala na construção não residencial levará a economias anuais de custos globais entre 13% e 21% na fase de engenharia e construção e entre 10% e 17% na fase de operações.
Para quem decide e executa, o ganho aparece no controle da obra. Sensores rastreiam o consumo de concreto e aço para evitar sobras desnecessárias, enquanto drones garantem que o mapeamento do terreno seja preciso.
O resultado é um projeto sustentável, com menor emissão de carbono e total alinhamento aos critérios ESG. Essa eficiência transforma o canteiro em um ambiente mais previsível e seguro, preparado para atender às exigências de alta performance do mercado.
BIM e IoT: pilares da inovação em engenharia
A integração tecnológica transforma a teoria em desempenho dentro do canteiro. O BIM vai muito além do desenho, pois cria modelos colaborativos em nuvem, que permitem antecipar conflitos técnicos. Essa visualização prévia evita erros de execução e poupa tempo e recursos valiosos.
Em paralelo, a Internet das Coisas (IoT) atua como os olhos da obra. Sensores monitoram vibrações, umidade e o fluxo de máquinas em tempo real. Sistemas de automação enviam alertas imediatos para prevenir falhas e garantir a segurança das equipes. Com o controle da operação na palma da mão, o gestor substitui a reação por uma postura preventiva.
A aplicação do BIM 5D, que integra custos e cronogramas a esses dados de monitoramento, traz a previsibilidade necessária para o setor corporativo. É a engenharia que utiliza a informação para assegurar entregas no prazo e o cumprimento rigoroso do orçamento.
A automação e as ferramentas digitais definem o padrão de eficiência na construção civil. Equipamentos avançados, como sistemas automatizados de alvenaria e estruturas precisas, diminuem a dependência de processos manuais, o que reflete diretamente na segurança e na redução de falhas operacionais.
Centralizar a gestão em sistemas e aplicativos traz clareza sobre estoque, produtividade e conformidade ambiental. No cenário corporativo, essa organização se traduz em economia e práticas sustentáveis aplicadas, como a destinação correta de resíduos.
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O mercado de obras corporativas exige decisões baseadas em dados e resultados mensuráveis. Na Manara, aplicamos tecnologias de ponta para eliminar o desperdício e elevar o padrão construtivo nacional.
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